Você tem certeza que um cara é da Geração Y quando ele, mesmo com uma mulher pelada ao lado, está mais preocupado em conferir os emails
Nota da Autora: Já tinha postado essa frase no facebook e como gerou polêmica lá e o tema em questão é super conectado com este blog, achei que valia um espaço no mesmo.
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domingo, maio 30, 2010
terça-feira, março 23, 2010
A volta
por Isadora Lemos
Fala Galera!
Já que quem é vivo sempre aparece, ó eu aqui de novo. Andei desaparecida, mas é que a “Solteira no Rio de Janeiro” aqui foi passar um período em Sampa e a loucura foi tanta que enferrujei. Não porque deixei de estar solteira (se deixei, eles não ficaram sabendo...hehehe), mas é que foi tudo tão diferente que a inspiração foi comprar cigarros e nunca mais voltou. Enfim, atendendo a pedidos de meus leitores (hein???), estou de volta.
Nesse período, tive alguns momentos profissionais engraçados como a minha explicação ao PMO de como andava o Branded Channel de um certo cliente e imagino que minhas expressões faciais tbem não deixaram a desejar qdo indagada pelo mesmo PMO sobre os detalhes dos 80 projetos da área. Confesso que em determinado momento achei que era uma pegadinha e que ia receber um vídeo com tudo gravado....rs
Também tive a oportunidade de conhecer pessoas e lugares muito legais, além de seres um pouco controversos - do tipo que indicam as piores experiências antropológicas e os piores cabeleireiros da cidade. Que bom que cabelo cresce, mas fica a dica de cabeleireiro - Kleber do Jacques Janine da Verbo Divino – mas só pros INIMIGOS, hein?
De volta ao Rio e com tempo sobrando (Desempregada, não. Estudando projetos), a inspiração começa a aparecer das pequenas coisas do cotidiano. O cão da família, um Cocker Spanial caramelo, está a cada dia mais, digamos assim, bipolar. E haja floral no bicho.
Considerando esse e os últimos cães da família (a super gorducha e neurótica, as duas que não podiam se encontrar no elevador que queriam se matar, o bicho que queria morder a minha irmã, etc) comecei a desconfiar que o problema está nos donos. Será que é pra ter certeza que a família é problemática quando até o cachorro toma calmantes? Hehehehe
Então é isso pe...pe...pe...pe...pessoal! :-)
Fala Galera!
Já que quem é vivo sempre aparece, ó eu aqui de novo. Andei desaparecida, mas é que a “Solteira no Rio de Janeiro” aqui foi passar um período em Sampa e a loucura foi tanta que enferrujei. Não porque deixei de estar solteira (se deixei, eles não ficaram sabendo...hehehe), mas é que foi tudo tão diferente que a inspiração foi comprar cigarros e nunca mais voltou. Enfim, atendendo a pedidos de meus leitores (hein???), estou de volta.
Nesse período, tive alguns momentos profissionais engraçados como a minha explicação ao PMO de como andava o Branded Channel de um certo cliente e imagino que minhas expressões faciais tbem não deixaram a desejar qdo indagada pelo mesmo PMO sobre os detalhes dos 80 projetos da área. Confesso que em determinado momento achei que era uma pegadinha e que ia receber um vídeo com tudo gravado....rs
Também tive a oportunidade de conhecer pessoas e lugares muito legais, além de seres um pouco controversos - do tipo que indicam as piores experiências antropológicas e os piores cabeleireiros da cidade. Que bom que cabelo cresce, mas fica a dica de cabeleireiro - Kleber do Jacques Janine da Verbo Divino – mas só pros INIMIGOS, hein?
De volta ao Rio e com tempo sobrando (Desempregada, não. Estudando projetos), a inspiração começa a aparecer das pequenas coisas do cotidiano. O cão da família, um Cocker Spanial caramelo, está a cada dia mais, digamos assim, bipolar. E haja floral no bicho.
Considerando esse e os últimos cães da família (a super gorducha e neurótica, as duas que não podiam se encontrar no elevador que queriam se matar, o bicho que queria morder a minha irmã, etc) comecei a desconfiar que o problema está nos donos. Será que é pra ter certeza que a família é problemática quando até o cachorro toma calmantes? Hehehehe
Então é isso pe...pe...pe...pe...pessoal! :-)
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quarta-feira, maio 13, 2009
"Xiguero" - A night em Sampa
por Isadora
Tudo começou com uma reunião em Sampa num fornecedor que eu tinha que ir. A Fabi, minha comparsa-mor, tinha que estar por lá também por outro motivo. Consegui marcar a minha reunião pra uma sexta-feira e remarquei a volta pro domingo. Assim a gente poderia curtir o finde por Sampa.
A reunião rolou tranquila e o dono, muito gentil, comentou com um dos sócios – o Felipe - sobre a minha intenção de pegar uma night e perguntou se ele não queria nos acompanhar. Eu nem conhecia o cara que, diga-se de passagem, era um garoto de uns 25 anos, mais novo do que eu e ainda por cima metido, mas como eu não tinha nada a perder mesmo, trocamos os telefones e fui pra casa da tia da Fabi onde seria o nosso QG em Sampa.
Mais tarde, falei com o Felipe ao telefone e ele não demonstrou qualquer interesse em ir nos buscar (ok, hein?!!!). Eu e Fabi nos arrumamos e fomos pro local marcado. Uma fila gigante e nada do garotão metido. Chegou meia-hora depois. Usava um gel no cabelo que aumentava a altura dele no mínimo em 5 cm...hehe.
Levou com ele dois amigos do Rio: o Zé e o Pedro. Este último que eu já conhecia de outros carnavais profissionais no Rio. Eu simplesmente não ia com a cara do sujeito de jeito nenhum, mas definitivamente a recíproca era verdadeira...rs
O Felipe com aquela pinta toda, achou que era o dono da noite mas não conseguiu colocar a gente pra dentro da tal “balada” lotada. Resolvemos ir numa outra que ficava ali perto e que não tinha fila. Entramos no lugar e logo os 3 meninos desapareceram. Acho que não demorou nem 1 minuto. Fiquei meio chocada mas, como já tava de implicância, deixei rolar. A música também não era das minhas favoritas, mas tudo bem: eu tava em Sampa com a minha melhor amiga e tinha que aproveitar. É claro que isso envolvia caipis. Foram duas seguidas pra abstrair e começar a curtir. No final da segunda, os meninos reapareceram e ficaram dançando com a gente. Cada hora que um deles ia no bar, trazia bebida pra gente. Eu não tava entendendo mas tava aproveitando... hehehe. Lá pras tantas, as meninas do bar subiram no balcão bem ao estilo coyote girls. A Fabi que sempre gostou dessas coisas, enlouqueceu e eu, a esta hora, já estava vendo estrelinhas...hehehehehehe.
É incrível o que a bebida não faz. Estávamos todos lá dançando e, estudando com mais calma o ambiente, comecei a me interessar pelo Felipe! É claro que minha primeira reação foi “trocar figurinha” com a Fabi pra saber se havia o interesse nele também. Ufa, ela tava a fim do Zé. Segui com minha tática com medo de levar um fora: perguntei pro Zé “você sabe se o Felipe tá a fim da Fabi?”. Ele respondeu “Não sei, mas posso perguntar”. Daí eu retruquei “Não. Na verdade quem tá a fim do Felipe sou eu e a Fabi tá a fim de você”. Sinceramente não me lembro quem beijou quem, mas sei que em pouco tempo eu tava me atracando com o Felipe e a Fabi com o Zé. Não me lembro se o Pedro arrumou um 3º elemento.... rs
A noite passou num piscar de olhos e fomos expulsos quando acabou a música. Enquanto estávamos na fila eu e Felipe conversavamos em espanhol enlouquecidamente. Vai entender...aliás, acho que nem a gente se entendia, mas isso não era o importante naquele momento. Rs. Eu nunca tinha sido tão fluente assim no espanhol... hehehehehe
Fomos pegar o carro do Felipe e por alguma razão o Pedro enfiou a cabeça na água de um chafariz. O Felipe repetia pra mim “xiguero”, “ xiguero” que no dialeto alcoólico significa “te quero” hehehe. Ele não tinha a mínima condição de dirigir. O Pedro se ofereceu. A Fabi foi ao lado no banco da frente desesperada com as barbeiragens dele. No banco de trás, eu e Zé nos acabávamos de tanto rir, enquanto o Felipe repetia o tal “xiguero”. Deixaram a gente em casa e só Deus sabe como eles chegaram na casa do Felipe.
No dia seguinte, eu e Fabi passamos o dia lembrando e rindo da noite anterior. Com certeza, foi uma das noites mais divertidas de toda a minha vida. Reencontrei o Zé e o Pedro várias vezes no Rio até por conta de trabalho. Ficamos amigos e passamos outras situações super engraçadas, mas que ficam pra eu contar em outras ocasiões.
Tudo começou com uma reunião em Sampa num fornecedor que eu tinha que ir. A Fabi, minha comparsa-mor, tinha que estar por lá também por outro motivo. Consegui marcar a minha reunião pra uma sexta-feira e remarquei a volta pro domingo. Assim a gente poderia curtir o finde por Sampa.
A reunião rolou tranquila e o dono, muito gentil, comentou com um dos sócios – o Felipe - sobre a minha intenção de pegar uma night e perguntou se ele não queria nos acompanhar. Eu nem conhecia o cara que, diga-se de passagem, era um garoto de uns 25 anos, mais novo do que eu e ainda por cima metido, mas como eu não tinha nada a perder mesmo, trocamos os telefones e fui pra casa da tia da Fabi onde seria o nosso QG em Sampa.
Mais tarde, falei com o Felipe ao telefone e ele não demonstrou qualquer interesse em ir nos buscar (ok, hein?!!!). Eu e Fabi nos arrumamos e fomos pro local marcado. Uma fila gigante e nada do garotão metido. Chegou meia-hora depois. Usava um gel no cabelo que aumentava a altura dele no mínimo em 5 cm...hehe.
Levou com ele dois amigos do Rio: o Zé e o Pedro. Este último que eu já conhecia de outros carnavais profissionais no Rio. Eu simplesmente não ia com a cara do sujeito de jeito nenhum, mas definitivamente a recíproca era verdadeira...rs
O Felipe com aquela pinta toda, achou que era o dono da noite mas não conseguiu colocar a gente pra dentro da tal “balada” lotada. Resolvemos ir numa outra que ficava ali perto e que não tinha fila. Entramos no lugar e logo os 3 meninos desapareceram. Acho que não demorou nem 1 minuto. Fiquei meio chocada mas, como já tava de implicância, deixei rolar. A música também não era das minhas favoritas, mas tudo bem: eu tava em Sampa com a minha melhor amiga e tinha que aproveitar. É claro que isso envolvia caipis. Foram duas seguidas pra abstrair e começar a curtir. No final da segunda, os meninos reapareceram e ficaram dançando com a gente. Cada hora que um deles ia no bar, trazia bebida pra gente. Eu não tava entendendo mas tava aproveitando... hehehe. Lá pras tantas, as meninas do bar subiram no balcão bem ao estilo coyote girls. A Fabi que sempre gostou dessas coisas, enlouqueceu e eu, a esta hora, já estava vendo estrelinhas...hehehehehehe.
É incrível o que a bebida não faz. Estávamos todos lá dançando e, estudando com mais calma o ambiente, comecei a me interessar pelo Felipe! É claro que minha primeira reação foi “trocar figurinha” com a Fabi pra saber se havia o interesse nele também. Ufa, ela tava a fim do Zé. Segui com minha tática com medo de levar um fora: perguntei pro Zé “você sabe se o Felipe tá a fim da Fabi?”. Ele respondeu “Não sei, mas posso perguntar”. Daí eu retruquei “Não. Na verdade quem tá a fim do Felipe sou eu e a Fabi tá a fim de você”. Sinceramente não me lembro quem beijou quem, mas sei que em pouco tempo eu tava me atracando com o Felipe e a Fabi com o Zé. Não me lembro se o Pedro arrumou um 3º elemento.... rs
A noite passou num piscar de olhos e fomos expulsos quando acabou a música. Enquanto estávamos na fila eu e Felipe conversavamos em espanhol enlouquecidamente. Vai entender...aliás, acho que nem a gente se entendia, mas isso não era o importante naquele momento. Rs. Eu nunca tinha sido tão fluente assim no espanhol... hehehehehe
Fomos pegar o carro do Felipe e por alguma razão o Pedro enfiou a cabeça na água de um chafariz. O Felipe repetia pra mim “xiguero”, “ xiguero” que no dialeto alcoólico significa “te quero” hehehe. Ele não tinha a mínima condição de dirigir. O Pedro se ofereceu. A Fabi foi ao lado no banco da frente desesperada com as barbeiragens dele. No banco de trás, eu e Zé nos acabávamos de tanto rir, enquanto o Felipe repetia o tal “xiguero”. Deixaram a gente em casa e só Deus sabe como eles chegaram na casa do Felipe.
No dia seguinte, eu e Fabi passamos o dia lembrando e rindo da noite anterior. Com certeza, foi uma das noites mais divertidas de toda a minha vida. Reencontrei o Zé e o Pedro várias vezes no Rio até por conta de trabalho. Ficamos amigos e passamos outras situações super engraçadas, mas que ficam pra eu contar em outras ocasiões.
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quinta-feira, maio 07, 2009
Ir à manicure: não tem preço!
por Isadora
Todo mundo que me conhece há algum tempo sabe que eu luto constantemente com a balança. Tudo bem, eu já me convenci que é a tal genética que me persegue. Pena mesmo é que ela não persiga aquelas mulheres magérrimas e que comem horrores...
É super justo! heheheehe
Quando eu tava trabalhando no Leblon as vezes aproveitava o horário do almoço pra ir num salãozinho relativamente barato lá perto pra fazer a mão. Em uma dessas vezes comecei a fazer a mão com a mais pentelha e eis que, do nada, a criatura vira pra mim e fala que eu tinha engordado, fazendo ao mesmo tempo aqueles gestos de encher as bochechas e desenhar uma silhueta redonda com os braços.
É impressionante como algumas coisas só acontecem comigo. Era uma simples mão inocente!!! Qual é a chance de alguem ser chamado de gorda pela manicure que é 3 vezes maior???
Pensei por algum momento que aquilo era uma pegadinha. Cheguei até a procurar a câmera mas depois cai na real que não era uma brincadeira. Eu não sabia nem o que falar. Ela realmente me pegou desprevenida. Atônita, deixei passar, mas pelo menos levei uma lição:
Mão no salãozinho baratinho - 12 reais
Ser chamada de gorda pela manicure enorme - não tem preço.. aliás, tem sim: no mínimo 4 idas à psicologa.
Nunca mais voltei a este salão. Comecei a frequentar outro, um pouco mais caro e onde eu estava “coincidentemente” sempre introspectiva ou com sono.... rs
Com certeza foi uma grande economia.
Todo mundo que me conhece há algum tempo sabe que eu luto constantemente com a balança. Tudo bem, eu já me convenci que é a tal genética que me persegue. Pena mesmo é que ela não persiga aquelas mulheres magérrimas e que comem horrores...
É super justo! heheheehe
Quando eu tava trabalhando no Leblon as vezes aproveitava o horário do almoço pra ir num salãozinho relativamente barato lá perto pra fazer a mão. Em uma dessas vezes comecei a fazer a mão com a mais pentelha e eis que, do nada, a criatura vira pra mim e fala que eu tinha engordado, fazendo ao mesmo tempo aqueles gestos de encher as bochechas e desenhar uma silhueta redonda com os braços.
É impressionante como algumas coisas só acontecem comigo. Era uma simples mão inocente!!! Qual é a chance de alguem ser chamado de gorda pela manicure que é 3 vezes maior???
Pensei por algum momento que aquilo era uma pegadinha. Cheguei até a procurar a câmera mas depois cai na real que não era uma brincadeira. Eu não sabia nem o que falar. Ela realmente me pegou desprevenida. Atônita, deixei passar, mas pelo menos levei uma lição:
Mão no salãozinho baratinho - 12 reais
Ser chamada de gorda pela manicure enorme - não tem preço.. aliás, tem sim: no mínimo 4 idas à psicologa.
Nunca mais voltei a este salão. Comecei a frequentar outro, um pouco mais caro e onde eu estava “coincidentemente” sempre introspectiva ou com sono.... rs
Com certeza foi uma grande economia.
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sábado, fevereiro 28, 2009
No meio do caminho havia um Diabão
por Isoca
Foi durante um Carnaval há alguns anos atrás. Solteira (pra variar), resolvi passar o Carnaval aqui no Rio mas tentando aproveitar os blocos de rua pela primeira vez, o que até então não era “moda” pros jovens cariocas. Todo mundo viajava ou então aproveitava o que não conseguia no resto do ano já que os lugares ficavam mais vazios.
Minha amiga, na época namorava um exímio folião de Carnaval carioca de rua. E fomos nós lá pro Cordão do Bola Preta, o bloco mais tradicional do Rio, no sábado de Carnaval cedinho. Eu, com fobia de multidão (acho que já melhorei, mas na época era sinistro), tive que tomar dose dupla de caipivodka lá pelas 10 da manhã pra dar uma relaxada. E tudo caminhava bem, a multidão super diversificada cantando as marchinhas de Carnaval, o que eu adoro, e durante o percurso tive que tomar algumas ices já que não podia voltar ao estado normal de tensão.
Na época eu estava apaixonada por um menino que era meu amigo, mas que acabou virando um romance de pouco tempo. Uma coisa louca. Acho que foram os dias mais felizes da minha vida. Eu apaixonada e ele tbem. Caraca!!!!!! Menos de um mês depois, o cara me liga com aquele bla bla bla de que o problema não era comigo, era com ele, etc. OLHA, JÁ OUVI ISSO ALGUMAS VEZES. ACHO QUE O PRÓXIMO QUE FALAR ISSO PRA MIM, VAI LEVAR UM SOCO!!! Rs
Mas voltando ao Carnaval, o pior não poderia acontecer. O tal cara que eu era apaixonada resolveu ir no bloco e eu encontrei ele. Qual era a chance de eu encontrar um mauricinho que não gosta de Carnaval no maior bloco de rua do mundo? Tava lá com uns amigos, um bando de mulher. Não entendi se alguma já era dele ou não, mas era uma conspiração.... fiz questão de sair de perto.
Fui pro outro lado e eis que me aparece um cara vestido de diabo: uma calça legging preta com capa e rabo vermelhos, orelhas pontudas e é claro um baita de um garfão. Bonito o cara. Loiro, olhos azuis, dava pra ver que era classe média, e se divertindo sozinho ali no meio da multidão misturada. Já era quase fim de bloco e o cara veio com aquele papo. E eu transtornada, ainda mais depois do que bebi após encontrar o mauricinho na multidão.
Enfim, depois de muito lero lero, me atraquei com o diabo. E enquanto a gente se beijava percebi que uma roda se formou em nossa volta e começamos a ouvir do povo que vinha acompanhando o flerte, aplausos e um grito coletivo “beija, beija, beija,....”. Que vergonha...mas tava engraçadíssimo... depois continuamos e aí os gritos se tornaram individuais “Beija Diabo!”, “Pega Diabo!”. Meu Deus!!!! Acho que eu nunca me meti numa situação tão engraçada e inusitada...
Saímos de lá morrendo de fome e, como estavamos sem dinheiro, pegamos um taxi pra ir até a casa dele onde ele subiria enquanto eu esperaria no táxi. Fomos. Ficava ali no Largo do Machado. O diabão desceu do carro e o Taxista, um ogro, começou a ficar nervoso com a demora do homem. Ele tava realmente demorando, mas enquanto isso eu fiquei discutindo com o taxista que o taxímetro tava ligado e que não era pra ele reclamar. Resolvi descer do táxi e entrar no prédio que vi o sujeito entrando pra perguntar. Mas convenhamos, que vergonha pra perguntar pro porteiro: “Moço, é..... por acaso foi aqui que entrou um rapaz loiro vestido de diabo?”. Eu não sabia nem o nome do cara e o apê era da irmã dele. Tive um ataque de riso e o porteiro junto. Graças a Deus, ele tinha visto o diabão entrar. Ufa! Rs
Voltei pro táxi e logo o cara desceu, já sem a roupa de diabo (ahhhh). Fomos pra Lapa e comemos no nova Capela. Conversamos bastante e o cara era o meu número. Inteligente, ótima companhia, beijo gostoso, etc. É claro que tentou me rebocar pra outro lugar depois do almoço, mas eu me contive apesar de todo o charme e carisma daquele homem. Trocamos o telefone e até fiz uma investida pra sair com ele de novo, mas percebi que ele tinha uma alma livre e que nunca seria meu.
Uns 3 anos depois, o reencontrei numa casa noturna na Lapa, falei com ele que se lembrou de mim e foi super receptivo, mas acho que tava acompanhado. Não me incomodei. Só fiquei nostálgica com o episódio engraçado. Nunca mais conheci um outro “diabão” especial pelos carnavais do Rio. Pena!
Foi durante um Carnaval há alguns anos atrás. Solteira (pra variar), resolvi passar o Carnaval aqui no Rio mas tentando aproveitar os blocos de rua pela primeira vez, o que até então não era “moda” pros jovens cariocas. Todo mundo viajava ou então aproveitava o que não conseguia no resto do ano já que os lugares ficavam mais vazios.
Minha amiga, na época namorava um exímio folião de Carnaval carioca de rua. E fomos nós lá pro Cordão do Bola Preta, o bloco mais tradicional do Rio, no sábado de Carnaval cedinho. Eu, com fobia de multidão (acho que já melhorei, mas na época era sinistro), tive que tomar dose dupla de caipivodka lá pelas 10 da manhã pra dar uma relaxada. E tudo caminhava bem, a multidão super diversificada cantando as marchinhas de Carnaval, o que eu adoro, e durante o percurso tive que tomar algumas ices já que não podia voltar ao estado normal de tensão.
Na época eu estava apaixonada por um menino que era meu amigo, mas que acabou virando um romance de pouco tempo. Uma coisa louca. Acho que foram os dias mais felizes da minha vida. Eu apaixonada e ele tbem. Caraca!!!!!! Menos de um mês depois, o cara me liga com aquele bla bla bla de que o problema não era comigo, era com ele, etc. OLHA, JÁ OUVI ISSO ALGUMAS VEZES. ACHO QUE O PRÓXIMO QUE FALAR ISSO PRA MIM, VAI LEVAR UM SOCO!!! Rs
Mas voltando ao Carnaval, o pior não poderia acontecer. O tal cara que eu era apaixonada resolveu ir no bloco e eu encontrei ele. Qual era a chance de eu encontrar um mauricinho que não gosta de Carnaval no maior bloco de rua do mundo? Tava lá com uns amigos, um bando de mulher. Não entendi se alguma já era dele ou não, mas era uma conspiração.... fiz questão de sair de perto.
Fui pro outro lado e eis que me aparece um cara vestido de diabo: uma calça legging preta com capa e rabo vermelhos, orelhas pontudas e é claro um baita de um garfão. Bonito o cara. Loiro, olhos azuis, dava pra ver que era classe média, e se divertindo sozinho ali no meio da multidão misturada. Já era quase fim de bloco e o cara veio com aquele papo. E eu transtornada, ainda mais depois do que bebi após encontrar o mauricinho na multidão.
Enfim, depois de muito lero lero, me atraquei com o diabo. E enquanto a gente se beijava percebi que uma roda se formou em nossa volta e começamos a ouvir do povo que vinha acompanhando o flerte, aplausos e um grito coletivo “beija, beija, beija,....”. Que vergonha...mas tava engraçadíssimo... depois continuamos e aí os gritos se tornaram individuais “Beija Diabo!”, “Pega Diabo!”. Meu Deus!!!! Acho que eu nunca me meti numa situação tão engraçada e inusitada...
Saímos de lá morrendo de fome e, como estavamos sem dinheiro, pegamos um taxi pra ir até a casa dele onde ele subiria enquanto eu esperaria no táxi. Fomos. Ficava ali no Largo do Machado. O diabão desceu do carro e o Taxista, um ogro, começou a ficar nervoso com a demora do homem. Ele tava realmente demorando, mas enquanto isso eu fiquei discutindo com o taxista que o taxímetro tava ligado e que não era pra ele reclamar. Resolvi descer do táxi e entrar no prédio que vi o sujeito entrando pra perguntar. Mas convenhamos, que vergonha pra perguntar pro porteiro: “Moço, é..... por acaso foi aqui que entrou um rapaz loiro vestido de diabo?”. Eu não sabia nem o nome do cara e o apê era da irmã dele. Tive um ataque de riso e o porteiro junto. Graças a Deus, ele tinha visto o diabão entrar. Ufa! Rs
Voltei pro táxi e logo o cara desceu, já sem a roupa de diabo (ahhhh). Fomos pra Lapa e comemos no nova Capela. Conversamos bastante e o cara era o meu número. Inteligente, ótima companhia, beijo gostoso, etc. É claro que tentou me rebocar pra outro lugar depois do almoço, mas eu me contive apesar de todo o charme e carisma daquele homem. Trocamos o telefone e até fiz uma investida pra sair com ele de novo, mas percebi que ele tinha uma alma livre e que nunca seria meu.
Uns 3 anos depois, o reencontrei numa casa noturna na Lapa, falei com ele que se lembrou de mim e foi super receptivo, mas acho que tava acompanhado. Não me incomodei. Só fiquei nostálgica com o episódio engraçado. Nunca mais conheci um outro “diabão” especial pelos carnavais do Rio. Pena!
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segunda-feira, janeiro 26, 2009
O lerdo e a lambisgóia - episódio II
por Isadora
Alguns dias depois que presenciou a pegação entre o lerdo e a lambisgóia, Renata encontra a amiga "promotora" do blind date daquele sábado.
Ao ser indagada por o que tinha achado dos meninos, Renata tentou demostrar que NÃO tinha ficado digamos assim... passada... com aquela situação, mas não se conteve ao ouvir da amiga a pérola "Poxa, o Leo te achou a maior gata. Gostou de você.". Com um ar bastante debochado teve que falar pra amiga que o tal do Leo conseguiu disfarçar bastante no dia. E no meio de boas risadas, a estória foi contada.
Ao saber que o cara ficou a fim dela, Renata deu uma sacudida na auto-estima, limpou um pouco do orgulho ferido e aceitou a sair com o rapaz qdo ele a convidou alguns dias depois.
Renata levou sua amiga Angela que defininitivamente não estava num bom momento. Entraram no CCC, conversaram e dançaram. No fim da noite, conversando na mesa, Angela tentava explicar suas teorias sobre o caos e o fim do mundo pro rapaz, enquanto Renata ouvia aquele papo super inspirador com uma vontade incrivel de se atracar logo com ele.
Deixaram Angela em casa, foram pra Urca pra conversar e depois de 2 horas conversando no carro SEM ROLAR NADA, Renata já fechava os olhos de tanto sono. Pensou que o cara realmente era um sem-noção e lerdíssimo, afinal quem chama alguém pra sair e depois de 5 horas ainda não fez nada?!
Chegou à conclusão que tinha que fazer algo senão ficariam mais algumas horas ali conversando. Foi então que em um movimento abrupto atacou o garoto pra ele parar de falar. Qdo fechava os olhos pra beijar tinha vontade de dormir, mas aguentou mais algum tempinho até pedir pra ir pra casa. Dormiu como um anjinho e só voltou a sair com o lerdo alguns meses depois, mas essa é outra estória...
Alguns dias depois que presenciou a pegação entre o lerdo e a lambisgóia, Renata encontra a amiga "promotora" do blind date daquele sábado.
Ao ser indagada por o que tinha achado dos meninos, Renata tentou demostrar que NÃO tinha ficado digamos assim... passada... com aquela situação, mas não se conteve ao ouvir da amiga a pérola "Poxa, o Leo te achou a maior gata. Gostou de você.". Com um ar bastante debochado teve que falar pra amiga que o tal do Leo conseguiu disfarçar bastante no dia. E no meio de boas risadas, a estória foi contada.
Ao saber que o cara ficou a fim dela, Renata deu uma sacudida na auto-estima, limpou um pouco do orgulho ferido e aceitou a sair com o rapaz qdo ele a convidou alguns dias depois.
Renata levou sua amiga Angela que defininitivamente não estava num bom momento. Entraram no CCC, conversaram e dançaram. No fim da noite, conversando na mesa, Angela tentava explicar suas teorias sobre o caos e o fim do mundo pro rapaz, enquanto Renata ouvia aquele papo super inspirador com uma vontade incrivel de se atracar logo com ele.
Deixaram Angela em casa, foram pra Urca pra conversar e depois de 2 horas conversando no carro SEM ROLAR NADA, Renata já fechava os olhos de tanto sono. Pensou que o cara realmente era um sem-noção e lerdíssimo, afinal quem chama alguém pra sair e depois de 5 horas ainda não fez nada?!
Chegou à conclusão que tinha que fazer algo senão ficariam mais algumas horas ali conversando. Foi então que em um movimento abrupto atacou o garoto pra ele parar de falar. Qdo fechava os olhos pra beijar tinha vontade de dormir, mas aguentou mais algum tempinho até pedir pra ir pra casa. Dormiu como um anjinho e só voltou a sair com o lerdo alguns meses depois, mas essa é outra estória...
domingo, janeiro 25, 2009
O lerdo e a lambisgóia - episódio I
por Isadora
Era sábado à noite e Renata e Angela não sabiam pra onde ir.
Renata liga pra uma amiga perguntando uma dica.
Bem... dica ela não tinha, mas tinha um irmão e o melhor amigo dele na sua casa tbem sem saber pra onde ir.
Combinaram de sair, se encontraram na Lapa bem ao gosto dos quatro.
Angela passou o caminho inteiro nervosíssima achando que poderia parecer pros rapazes um encontros às escuras e fez Renata jurar que elas iriam embora caso ela mandasse um torpedo num momento de desespero. Enquanto isso, Renata achava graça do medo de Angela.
Chegaram ao local, se reconheceram pela descrição das roupas. Conversaram pra caramba. Naturalmente surgiu mais afinidade com Renata e Leo, o lerdo em questão.
Desceram pra ver o show que ia começar. O clima rolou solto entre Renata e Leo que se entreolhavam entre uma requebrada e outra dos quadris.
Eis que do nada aparece uma lambisgóia e se pendura no pescoço de Leo. Começam a dançar bem juntinho no som do samba que tocava. Um bocadinho mais, já estavam se atracando aos beijos na pista. Renata ouviu aquele som que toca em programas humorísticos de quando a pessoa se dá mal.
Com uma mega dor de cotovelo, pensou que não poderia ficar pra trás. Andou pra lá e pra cá no meio da pista tentando arrumar qq sujeito que pudesse fazer com que ela não parecesse uma encalhada. Arrumou um sujeito depois de alguns olhares sexys (pelo menos na percepção dela). E percebeu, alguns dias depois quando voltou a sair com o sujeito, que realmente estava MUITO BÊBADA naquele dia.
**** (continua)
Era sábado à noite e Renata e Angela não sabiam pra onde ir.
Renata liga pra uma amiga perguntando uma dica.
Bem... dica ela não tinha, mas tinha um irmão e o melhor amigo dele na sua casa tbem sem saber pra onde ir.
Combinaram de sair, se encontraram na Lapa bem ao gosto dos quatro.
Angela passou o caminho inteiro nervosíssima achando que poderia parecer pros rapazes um encontros às escuras e fez Renata jurar que elas iriam embora caso ela mandasse um torpedo num momento de desespero. Enquanto isso, Renata achava graça do medo de Angela.
Chegaram ao local, se reconheceram pela descrição das roupas. Conversaram pra caramba. Naturalmente surgiu mais afinidade com Renata e Leo, o lerdo em questão.
Desceram pra ver o show que ia começar. O clima rolou solto entre Renata e Leo que se entreolhavam entre uma requebrada e outra dos quadris.
Eis que do nada aparece uma lambisgóia e se pendura no pescoço de Leo. Começam a dançar bem juntinho no som do samba que tocava. Um bocadinho mais, já estavam se atracando aos beijos na pista. Renata ouviu aquele som que toca em programas humorísticos de quando a pessoa se dá mal.
Com uma mega dor de cotovelo, pensou que não poderia ficar pra trás. Andou pra lá e pra cá no meio da pista tentando arrumar qq sujeito que pudesse fazer com que ela não parecesse uma encalhada. Arrumou um sujeito depois de alguns olhares sexys (pelo menos na percepção dela). E percebeu, alguns dias depois quando voltou a sair com o sujeito, que realmente estava MUITO BÊBADA naquele dia.
**** (continua)
sábado, janeiro 24, 2009
Blind Date ou Reality Show?
por Isadora
Tudo começou com uma tentativa coletiva de tentar arrumar um gatinho pra Mari. Ela tava solteira já há algum tempo e, pra falar a verdade , não tava pegando ninguém. Lá pras tantas alguém lembrou de um sujeito que diziam ser “a cara da Mari”. E como tinham outros amigos do sujeito no meio do papo, conseguiram convencer a Mari de conhecer o Duka. “Duka???? Tudo bem...” Aproveitaram que tinha a festa do Gui a noite e chamaram o Duka que, numa meríssima coincidência, iria de carona com a Mari.
Tudo organizado pela amiga da Mari. Ela tinha que buscar o Duka a uma determinada hora em Laranjeiras, mas antes ela passou no caminho pra buscar o Thiaguinho e a Dê – que trabalhavam com ela.
Na hora marcada eis que nada do tal Duka aparecer... “Tá começando mal”, pensou Mari. Eis que do nada aparece o sujeito. Quase um Leny Kravitz Tabajara. Moreno, bonito, Black Power, camisa estilosa anos 70 e um ar de sedutor profissa no mínimo bastante engraçado. Mari roxa de vergonha não sabia onde enfiar a cara. E o Thiaguinho e a Dê ali atrás acompanhando a cena como se estivessem no cinema. Acompanhando como se estivessem numa partida de tênis: virando a cabeça pra um e depois pro outro. “Meu Deus, isso não é um Blind Date. É um reality Show! Tô me sentindo no bailinho do Silvio Santos”, pensou Mari. Pra piorar com aquele jeito maroto de pegador , Duka entrega um CD pra Mari: “Gravei pra vc”. “Nossa, que legal, obrigada”, sorria Mari. Foram ouvindo o CD até a Barra. Chatíssimo. A Barra nunca pareceu tão longe.
Chegaram na festa e cada um foi pra um lado e Mari sendo incomodada pelos amigos o tempo todo com aquela levíssima pressão pra conversar com o Duka. Passou a festa inteira tensa e com o pescoço duro de tanto olhar onde o cara tava pra ir pra direção oposta. O cara acabou indo embora antes deles conversarem. “Ufa!”, pensou.
Um tempo depois riu da situação e se prometeu (e fez os amigos jurarem) que Blind date nunca mais, pelo menos não com platéia. E pensando bem, o CD nem era tão ruim qdo ouviu pela segunda vez. Foi qdo Mari com seu ar sedutor-original-profissa “gravou” pra outro gatinho...rs
Tudo começou com uma tentativa coletiva de tentar arrumar um gatinho pra Mari. Ela tava solteira já há algum tempo e, pra falar a verdade , não tava pegando ninguém. Lá pras tantas alguém lembrou de um sujeito que diziam ser “a cara da Mari”. E como tinham outros amigos do sujeito no meio do papo, conseguiram convencer a Mari de conhecer o Duka. “Duka???? Tudo bem...” Aproveitaram que tinha a festa do Gui a noite e chamaram o Duka que, numa meríssima coincidência, iria de carona com a Mari.
Tudo organizado pela amiga da Mari. Ela tinha que buscar o Duka a uma determinada hora em Laranjeiras, mas antes ela passou no caminho pra buscar o Thiaguinho e a Dê – que trabalhavam com ela.
Na hora marcada eis que nada do tal Duka aparecer... “Tá começando mal”, pensou Mari. Eis que do nada aparece o sujeito. Quase um Leny Kravitz Tabajara. Moreno, bonito, Black Power, camisa estilosa anos 70 e um ar de sedutor profissa no mínimo bastante engraçado. Mari roxa de vergonha não sabia onde enfiar a cara. E o Thiaguinho e a Dê ali atrás acompanhando a cena como se estivessem no cinema. Acompanhando como se estivessem numa partida de tênis: virando a cabeça pra um e depois pro outro. “Meu Deus, isso não é um Blind Date. É um reality Show! Tô me sentindo no bailinho do Silvio Santos”, pensou Mari. Pra piorar com aquele jeito maroto de pegador , Duka entrega um CD pra Mari: “Gravei pra vc”. “Nossa, que legal, obrigada”, sorria Mari. Foram ouvindo o CD até a Barra. Chatíssimo. A Barra nunca pareceu tão longe.
Chegaram na festa e cada um foi pra um lado e Mari sendo incomodada pelos amigos o tempo todo com aquela levíssima pressão pra conversar com o Duka. Passou a festa inteira tensa e com o pescoço duro de tanto olhar onde o cara tava pra ir pra direção oposta. O cara acabou indo embora antes deles conversarem. “Ufa!”, pensou.
Um tempo depois riu da situação e se prometeu (e fez os amigos jurarem) que Blind date nunca mais, pelo menos não com platéia. E pensando bem, o CD nem era tão ruim qdo ouviu pela segunda vez. Foi qdo Mari com seu ar sedutor-original-profissa “gravou” pra outro gatinho...rs
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segunda-feira, janeiro 05, 2009
O brega
por Isadora
Depois de ser "assediada" pelo orkut por um ser que se dizia encantado por ela, Bel resolve tomar um chopp com o sujeito.
Depois de alguns dias, o encontrou no messenger e ao se estressar teve que pedir ajuda ao amigo Zé...
Bel: Zé, tah aih?
Zé: Fala garotona !
Bel: estou conversando com o breguinha no messenger
Bel: acho que estou chutando ele
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Zé: vc é muito engraçada !
Bel: eu vou ficar pra sempre encalhada :-(
Bel: eu nunca gosto de ninguem :-(
Zé: tem um ditado que diz que sempre quando vc está comprometido acaba aparecendo mais...
Bel: ai ze, vc nao estah me ajudando
Bel: ficar com qq um nao rola
Zé: HAHAHAHAHAHA
Bel: eh a maior deprê
Bel: parece que eu sou uma gorda, baleia, chata, intragável e nao arrumei ninguem
Zé: mas o paraibinha tá a fim !
Zé: coitado...
Zé: não deveria ter chamado ele de breguinha...
Bel: falei pra ele que eu nao quero magoar ele
Bel: risos
Bel: estou me sentindo uma canalha
Bel: pior que isso soh se eu tivesse transado com ele na noite anterior
Zé: Bel ... vc não é gorda...
Bel: o mundo tah perdido
Bel: soh tem merda por aih
Zé: que nada Bel ... não estou procurando homem... mas é exagero seu !
Bel: vou morar na china que lah eu valho ouro
Bel: risos
Bel: melhor... vou virar sapata
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHA
Zé: vc vale ouro aquí mesmo no Rio !!!!
Bel: eh... entao eu to disfarcado de chumbo
Bel: risos
Bel: estou caindo na porrada com o o cara, acredita?
Bel: ele tah quase me xingando
Bel: risos
Zé: pô Bel ... vc é bonita, inteligente, simpática, tem um ÓTIMO emprego...
Zé: um partidão !
Bel: pois eh
Bel: acha que eu to mais calma?
Bel: um pouquinho....
Bel: soh um pouquinho?
Bel: estou berrando bem menos
Bel: vc nao acha? 10 segundos depois...
Bel: tah demorando pra responder....
Bel: nao vou atrapalhar
Bel: beijos. boa noite
Zé: peraí !
Bel: fala
Zé: não estou fazendo nada... estava mudando de canal na TV
Bel: hã...
Zé: não está atrapalhando...
Bel: vc disse que soh um pouquinho... mas eu nao grito mais
Bel: nao eh verdade:?
Zé: é verdade...
Zé: está sim...
Bel: o cara falou a seguinte frase pra mim: "entao doce"
Bel: o cara me chamou de "doce"
Bel: ninguem merece!!!!
Bel: soh falta o cordaozao de ouro
Bel: risos
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHA
Zé: pô Bel ... tô com pena do cara...
Bel: isso pq outra hora ele falou "entao linda"
Bel: linda????
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHA
Bel: meu deus!!! de onde veio esse cara???
Zé: rindo muito !!!!!
Bel: vc tah vendo como nao da?
Bel: ele quase me xingou agora
Zé: cara...
Bel: falou que eu era muito confusa
Zé: tô rindo muito....
Bel: e que ele tava tentando me ajudar
Bel: eu falei que nao precisava de ajuda
Bel: fala serio!
Zé: ahhhh aí ele enfiou o pé na jaca
Bel: me ajudar???? eh analista por acaso?
Bel: ele poderia ser meu personal sex
Bel: aih sim.. ele pode me ajudar... risos
Zé: bom... vc pode economizar 60 pratas
Zé: por seção !
Bel: economizar com o analista ou com sexo? risos...
Bel: pois eh
Zé: em 1 mês 240 paus !
Bel: ele acabou de me perguntar "entao doce pq eh que tem que ser assim?"
Bel: eh um dramalhao mexicano? eu nem beijei o sujeito
Bel: vou responder o que? acho que vou responder "pq eu sou maluca"
Zé: o cara é um amante a moda antiga...
Bel: risos
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHA
Bel: ele falou pra mim
Zé: vc é muito engraçada...
Bel: "eu nao faco sexo, eu faço amor"
Bel: alguem merece???????????????????????????????
Zé: vixe !
Bel: eu respondi "eu faco"
Zé: depois dessa, nem sei o que dizer
Zé: hahahahahaha
Bel: fala serio... fazer amor? o que eh isso? os tempos da brilhantina?
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Bel: imagina se eu sugerir algemas pra alguem que faz amor...
Zé: vc tem uma oportunidade na mão... coitado...
Zé: namorar com o último dos românticos !
Bel: acho que ele achou que ia me ganhar com essa frase brega...
Bel: eu gosto de sexo caliente!
Bel: qdo tem amor as vezes pode até estragar....
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Bel: mas tudo bem... moleque... 24 aninhos... breguinha....
Bel: o que esperar?
Zé: pô.... coitado !
Bel: to morrendo de pena....
Zé: perguntou do cordão de ouro ?
Bel: eu nao... mas deve ter o cuecao de couro
Bel: hahahahahahaha
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHA
Zé: cara... tô rindo muito... acho que estou até chorando de rir....
Bel: que bom!
Bel: adoro falar com vc
Bel: vc eh um amigao nota 10!
Zé: vc é uma figura !
Bel: ia dormir depre...
Zé: vc é uma amigona !!!!
Bel: agora que rimos um pouco, vou tranquila
Bel: obrigada!!!!
Zé: HAHAHAHAHAHAHA
Zé: figura !
Bel: boa noite entao!
Zé: boa noite !
Bel: sonhe com as minhas piadas... risos
Bel: tenho que ir antes que ele volte a se lamentar pra mim
Bel: beijos.
Zé: HAHAHAHAHAHA
Zé: boa noite !
Depois de ser "assediada" pelo orkut por um ser que se dizia encantado por ela, Bel resolve tomar um chopp com o sujeito.
Depois de alguns dias, o encontrou no messenger e ao se estressar teve que pedir ajuda ao amigo Zé...
Bel: Zé, tah aih?
Zé: Fala garotona !
Bel: estou conversando com o breguinha no messenger
Bel: acho que estou chutando ele
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Zé: vc é muito engraçada !
Bel: eu vou ficar pra sempre encalhada :-(
Bel: eu nunca gosto de ninguem :-(
Zé: tem um ditado que diz que sempre quando vc está comprometido acaba aparecendo mais...
Bel: ai ze, vc nao estah me ajudando
Bel: ficar com qq um nao rola
Zé: HAHAHAHAHAHA
Bel: eh a maior deprê
Bel: parece que eu sou uma gorda, baleia, chata, intragável e nao arrumei ninguem
Zé: mas o paraibinha tá a fim !
Zé: coitado...
Zé: não deveria ter chamado ele de breguinha...
Bel: falei pra ele que eu nao quero magoar ele
Bel: risos
Bel: estou me sentindo uma canalha
Bel: pior que isso soh se eu tivesse transado com ele na noite anterior
Zé: Bel ... vc não é gorda...
Bel: o mundo tah perdido
Bel: soh tem merda por aih
Zé: que nada Bel ... não estou procurando homem... mas é exagero seu !
Bel: vou morar na china que lah eu valho ouro
Bel: risos
Bel: melhor... vou virar sapata
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHA
Zé: vc vale ouro aquí mesmo no Rio !!!!
Bel: eh... entao eu to disfarcado de chumbo
Bel: risos
Bel: estou caindo na porrada com o o cara, acredita?
Bel: ele tah quase me xingando
Bel: risos
Zé: pô Bel ... vc é bonita, inteligente, simpática, tem um ÓTIMO emprego...
Zé: um partidão !
Bel: pois eh
Bel: acha que eu to mais calma?
Bel: um pouquinho....
Bel: soh um pouquinho?
Bel: estou berrando bem menos
Bel: vc nao acha? 10 segundos depois...
Bel: tah demorando pra responder....
Bel: nao vou atrapalhar
Bel: beijos. boa noite
Zé: peraí !
Bel: fala
Zé: não estou fazendo nada... estava mudando de canal na TV
Bel: hã...
Zé: não está atrapalhando...
Bel: vc disse que soh um pouquinho... mas eu nao grito mais
Bel: nao eh verdade:?
Zé: é verdade...
Zé: está sim...
Bel: o cara falou a seguinte frase pra mim: "entao doce"
Bel: o cara me chamou de "doce"
Bel: ninguem merece!!!!
Bel: soh falta o cordaozao de ouro
Bel: risos
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHA
Zé: pô Bel ... tô com pena do cara...
Bel: isso pq outra hora ele falou "entao linda"
Bel: linda????
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHA
Bel: meu deus!!! de onde veio esse cara???
Zé: rindo muito !!!!!
Bel: vc tah vendo como nao da?
Bel: ele quase me xingou agora
Zé: cara...
Bel: falou que eu era muito confusa
Zé: tô rindo muito....
Bel: e que ele tava tentando me ajudar
Bel: eu falei que nao precisava de ajuda
Bel: fala serio!
Zé: ahhhh aí ele enfiou o pé na jaca
Bel: me ajudar???? eh analista por acaso?
Bel: ele poderia ser meu personal sex
Bel: aih sim.. ele pode me ajudar... risos
Zé: bom... vc pode economizar 60 pratas
Zé: por seção !
Bel: economizar com o analista ou com sexo? risos...
Bel: pois eh
Zé: em 1 mês 240 paus !
Bel: ele acabou de me perguntar "entao doce pq eh que tem que ser assim?"
Bel: eh um dramalhao mexicano? eu nem beijei o sujeito
Bel: vou responder o que? acho que vou responder "pq eu sou maluca"
Zé: o cara é um amante a moda antiga...
Bel: risos
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHA
Bel: ele falou pra mim
Zé: vc é muito engraçada...
Bel: "eu nao faco sexo, eu faço amor"
Bel: alguem merece???????????????????????????????
Zé: vixe !
Bel: eu respondi "eu faco"
Zé: depois dessa, nem sei o que dizer
Zé: hahahahahaha
Bel: fala serio... fazer amor? o que eh isso? os tempos da brilhantina?
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Bel: imagina se eu sugerir algemas pra alguem que faz amor...
Zé: vc tem uma oportunidade na mão... coitado...
Zé: namorar com o último dos românticos !
Bel: acho que ele achou que ia me ganhar com essa frase brega...
Bel: eu gosto de sexo caliente!
Bel: qdo tem amor as vezes pode até estragar....
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Bel: mas tudo bem... moleque... 24 aninhos... breguinha....
Bel: o que esperar?
Zé: pô.... coitado !
Bel: to morrendo de pena....
Zé: perguntou do cordão de ouro ?
Bel: eu nao... mas deve ter o cuecao de couro
Bel: hahahahahahaha
Zé: HAHAHAHAHAHAHAHAHA
Zé: cara... tô rindo muito... acho que estou até chorando de rir....
Bel: que bom!
Bel: adoro falar com vc
Bel: vc eh um amigao nota 10!
Zé: vc é uma figura !
Bel: ia dormir depre...
Zé: vc é uma amigona !!!!
Bel: agora que rimos um pouco, vou tranquila
Bel: obrigada!!!!
Zé: HAHAHAHAHAHAHA
Zé: figura !
Bel: boa noite entao!
Zé: boa noite !
Bel: sonhe com as minhas piadas... risos
Bel: tenho que ir antes que ele volte a se lamentar pra mim
Bel: beijos.
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sexta-feira, janeiro 02, 2009
TPM
A TPM é quando a luz no fim do túnel se apaga.
Alguém pode acender essa luz, pelo amor de Deus?!
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tpm
domingo, novembro 23, 2008
A bebida
por Isoca
Acordou com uma mega ressaca. Tinha bebido todas e mais algumas no dia anterior com um casal de amigos. Mas o pior que não era a ressaca física, e sim a moral. Lembrou que tinha listado todo mundo que já tinha dados umas beijoquinhas (ou algo mais) do grupo deles e ainda deu alguns detalhes sórdidos de coisas que só era capaz de fazer depois de algumas caipis. Contou coisas que ela tinha se prometido nem lembrar de tanta vergonha. Agora já não sabia mais se a vergonha era de ter feito ou de ter contado no dia anterior...
Ficou pensando por alguns segundos e percebeu que a situação era um pouco repetitiva.Resolveu pedir ajuda espiritual, ainda que fosse placebo. Precisava reencontrar a luz no fim do túnel com urgência. Ligou pra moça que jogava Tarô e conseguiu marcar pro mesmo dia uma consulta.
Uma das primeiras coisas que a moça falou foi que a vida emocional tava bastante complicada. E no meio entre desvendar uma carta e outra a moça fez a seguinte pergunta "vc tem ou já teve algum relacionamento com alguem com problemas com alcool?". "Não", respondeu. E logo veio A pergunta: "vc costuma beber além da conta de vez em quando". Envergonhada, respondeu com sinceridade "É... eu gosto de umas caipis". E quem disse que a tal ressaca moral que sentiu de manhãzinha não podia aumentar? Teve que ouvir que era por isso que os relacionamentos não iam pra frente, que assustava os rapazes qdo estava um pouco ébria.
Voltou pra casa se prometendo a parar de beber. Mais tarde foi convidada pra ir numa festa. Foi e conheceu um gatinho. Lá pras tantas percebeu que o cara era um chato e sem muita opção tomou logo duas caipis pra relaxar. Se divertiu pra caramba e nem lembrou da cartomante.
Acordou com uma mega ressaca. Tinha bebido todas e mais algumas no dia anterior com um casal de amigos. Mas o pior que não era a ressaca física, e sim a moral. Lembrou que tinha listado todo mundo que já tinha dados umas beijoquinhas (ou algo mais) do grupo deles e ainda deu alguns detalhes sórdidos de coisas que só era capaz de fazer depois de algumas caipis. Contou coisas que ela tinha se prometido nem lembrar de tanta vergonha. Agora já não sabia mais se a vergonha era de ter feito ou de ter contado no dia anterior...
Ficou pensando por alguns segundos e percebeu que a situação era um pouco repetitiva.Resolveu pedir ajuda espiritual, ainda que fosse placebo. Precisava reencontrar a luz no fim do túnel com urgência. Ligou pra moça que jogava Tarô e conseguiu marcar pro mesmo dia uma consulta.
Uma das primeiras coisas que a moça falou foi que a vida emocional tava bastante complicada. E no meio entre desvendar uma carta e outra a moça fez a seguinte pergunta "vc tem ou já teve algum relacionamento com alguem com problemas com alcool?". "Não", respondeu. E logo veio A pergunta: "vc costuma beber além da conta de vez em quando". Envergonhada, respondeu com sinceridade "É... eu gosto de umas caipis". E quem disse que a tal ressaca moral que sentiu de manhãzinha não podia aumentar? Teve que ouvir que era por isso que os relacionamentos não iam pra frente, que assustava os rapazes qdo estava um pouco ébria.
Voltou pra casa se prometendo a parar de beber. Mais tarde foi convidada pra ir numa festa. Foi e conheceu um gatinho. Lá pras tantas percebeu que o cara era um chato e sem muita opção tomou logo duas caipis pra relaxar. Se divertiu pra caramba e nem lembrou da cartomante.
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