Você tem certeza que um cara é da Geração Y quando ele, mesmo com uma mulher pelada ao lado, está mais preocupado em conferir os emails
Nota da Autora: Já tinha postado essa frase no facebook e como gerou polêmica lá e o tema em questão é super conectado com este blog, achei que valia um espaço no mesmo.
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domingo, maio 30, 2010
terça-feira, março 23, 2010
A volta
por Isadora Lemos
Fala Galera!
Já que quem é vivo sempre aparece, ó eu aqui de novo. Andei desaparecida, mas é que a “Solteira no Rio de Janeiro” aqui foi passar um período em Sampa e a loucura foi tanta que enferrujei. Não porque deixei de estar solteira (se deixei, eles não ficaram sabendo...hehehe), mas é que foi tudo tão diferente que a inspiração foi comprar cigarros e nunca mais voltou. Enfim, atendendo a pedidos de meus leitores (hein???), estou de volta.
Nesse período, tive alguns momentos profissionais engraçados como a minha explicação ao PMO de como andava o Branded Channel de um certo cliente e imagino que minhas expressões faciais tbem não deixaram a desejar qdo indagada pelo mesmo PMO sobre os detalhes dos 80 projetos da área. Confesso que em determinado momento achei que era uma pegadinha e que ia receber um vídeo com tudo gravado....rs
Também tive a oportunidade de conhecer pessoas e lugares muito legais, além de seres um pouco controversos - do tipo que indicam as piores experiências antropológicas e os piores cabeleireiros da cidade. Que bom que cabelo cresce, mas fica a dica de cabeleireiro - Kleber do Jacques Janine da Verbo Divino – mas só pros INIMIGOS, hein?
De volta ao Rio e com tempo sobrando (Desempregada, não. Estudando projetos), a inspiração começa a aparecer das pequenas coisas do cotidiano. O cão da família, um Cocker Spanial caramelo, está a cada dia mais, digamos assim, bipolar. E haja floral no bicho.
Considerando esse e os últimos cães da família (a super gorducha e neurótica, as duas que não podiam se encontrar no elevador que queriam se matar, o bicho que queria morder a minha irmã, etc) comecei a desconfiar que o problema está nos donos. Será que é pra ter certeza que a família é problemática quando até o cachorro toma calmantes? Hehehehe
Então é isso pe...pe...pe...pe...pessoal! :-)
Fala Galera!
Já que quem é vivo sempre aparece, ó eu aqui de novo. Andei desaparecida, mas é que a “Solteira no Rio de Janeiro” aqui foi passar um período em Sampa e a loucura foi tanta que enferrujei. Não porque deixei de estar solteira (se deixei, eles não ficaram sabendo...hehehe), mas é que foi tudo tão diferente que a inspiração foi comprar cigarros e nunca mais voltou. Enfim, atendendo a pedidos de meus leitores (hein???), estou de volta.
Nesse período, tive alguns momentos profissionais engraçados como a minha explicação ao PMO de como andava o Branded Channel de um certo cliente e imagino que minhas expressões faciais tbem não deixaram a desejar qdo indagada pelo mesmo PMO sobre os detalhes dos 80 projetos da área. Confesso que em determinado momento achei que era uma pegadinha e que ia receber um vídeo com tudo gravado....rs
Também tive a oportunidade de conhecer pessoas e lugares muito legais, além de seres um pouco controversos - do tipo que indicam as piores experiências antropológicas e os piores cabeleireiros da cidade. Que bom que cabelo cresce, mas fica a dica de cabeleireiro - Kleber do Jacques Janine da Verbo Divino – mas só pros INIMIGOS, hein?
De volta ao Rio e com tempo sobrando (Desempregada, não. Estudando projetos), a inspiração começa a aparecer das pequenas coisas do cotidiano. O cão da família, um Cocker Spanial caramelo, está a cada dia mais, digamos assim, bipolar. E haja floral no bicho.
Considerando esse e os últimos cães da família (a super gorducha e neurótica, as duas que não podiam se encontrar no elevador que queriam se matar, o bicho que queria morder a minha irmã, etc) comecei a desconfiar que o problema está nos donos. Será que é pra ter certeza que a família é problemática quando até o cachorro toma calmantes? Hehehehe
Então é isso pe...pe...pe...pe...pessoal! :-)
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quinta-feira, maio 28, 2009
Irritando Miss Daisy
por Isadora
Sempre tive vontade de escrever as situações inusitadas que acontecem comigo. Eu realmente não sei se elas acontecem na vida de todo mundo e simplesmente passam despercebidas ou se realmente tem pessoas que tem o poder da atração pela coisa. Será que eu sou uma delas? Hehehe
Tudo começou quando eu tinha 11 anos. Eu morava na Urca e tinha uma professora particular, a Dona Daisy, lá na Praia Vermelha. Eu tinha trocado de colégio da quinta pra sexta-serie e por isso tinha que aprender assuntos que eu não tinha aprendido no colégio antigo.
Acho que eu ia umas 2 vezes por semana lá, sempre de manhã já que eu estudava durante a tarde. Chegava bem cedinho. A professora era quase uma “entidade”. O apartamento dela era cheia de badulaques - uma poluição visual imensa. Tinha sempre umas balinhas que eu atacava (lógico!!!) e a televisão estava sempre ligada no “Bom Dia Brasil” ou “Bom dia Rio”. Tenho trauma das malditas músicas de abertura até hoje...hehehehehe.
Um belo dia, cheguei lá e ela me recebeu da mesma forma de sempre. Se arrumou enquanto eu via a tv e comia as balinhas, me chamou quando tava pronta (e mega maquiada as 8h da matina) e fomos pro escritório onde sempre ficávamos. Eu tinha um gabarito todo rabiscado de uma lista de exercícios de matemática, além de muito sono e confusão na cabeça. Ela começou a fazer muitas perguntas repetidas sobre a lista e outras coisas que eu não sabia responder. Daí disse que eu tava muito nervosa - apesar de eu achar que era ela que tava - e num momento de ápice de tensão ela me mandou ir embora. Isso mesmo: ela me expulsou da casa dela!!
Vamos lá. Eu não conheço um único ser que tenha sido expulso pela professora particular. É simplesmente ridículo... rs... é quase a mesma coisa que ser demitido pelo seu próprio funcionário, já que você é que paga o salário dele....hehehehehe
Saí de lá meio sem saber o que ia fazer. E pra contar pra minha mãe? Sufoco, mas acho que já era esperta nessa idade pq no final tudo deu certo. É claro que eu nunca mais voltei na Dona estressada Daisy e, pensando com calma agora, começo a entender a relação entre este fato e a minha cisma com professores...homens é claro! hehe. Acabei de lembrar de uma estória ótima. Aguardem o próximo post. :-)
Sempre tive vontade de escrever as situações inusitadas que acontecem comigo. Eu realmente não sei se elas acontecem na vida de todo mundo e simplesmente passam despercebidas ou se realmente tem pessoas que tem o poder da atração pela coisa. Será que eu sou uma delas? Hehehe
Tudo começou quando eu tinha 11 anos. Eu morava na Urca e tinha uma professora particular, a Dona Daisy, lá na Praia Vermelha. Eu tinha trocado de colégio da quinta pra sexta-serie e por isso tinha que aprender assuntos que eu não tinha aprendido no colégio antigo.
Acho que eu ia umas 2 vezes por semana lá, sempre de manhã já que eu estudava durante a tarde. Chegava bem cedinho. A professora era quase uma “entidade”. O apartamento dela era cheia de badulaques - uma poluição visual imensa. Tinha sempre umas balinhas que eu atacava (lógico!!!) e a televisão estava sempre ligada no “Bom Dia Brasil” ou “Bom dia Rio”. Tenho trauma das malditas músicas de abertura até hoje...hehehehehe.
Um belo dia, cheguei lá e ela me recebeu da mesma forma de sempre. Se arrumou enquanto eu via a tv e comia as balinhas, me chamou quando tava pronta (e mega maquiada as 8h da matina) e fomos pro escritório onde sempre ficávamos. Eu tinha um gabarito todo rabiscado de uma lista de exercícios de matemática, além de muito sono e confusão na cabeça. Ela começou a fazer muitas perguntas repetidas sobre a lista e outras coisas que eu não sabia responder. Daí disse que eu tava muito nervosa - apesar de eu achar que era ela que tava - e num momento de ápice de tensão ela me mandou ir embora. Isso mesmo: ela me expulsou da casa dela!!
Vamos lá. Eu não conheço um único ser que tenha sido expulso pela professora particular. É simplesmente ridículo... rs... é quase a mesma coisa que ser demitido pelo seu próprio funcionário, já que você é que paga o salário dele....hehehehehe
Saí de lá meio sem saber o que ia fazer. E pra contar pra minha mãe? Sufoco, mas acho que já era esperta nessa idade pq no final tudo deu certo. É claro que eu nunca mais voltei na Dona estressada Daisy e, pensando com calma agora, começo a entender a relação entre este fato e a minha cisma com professores...homens é claro! hehe. Acabei de lembrar de uma estória ótima. Aguardem o próximo post. :-)
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